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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

AGRADECER.. É FUNDAMENTAL...

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. Os primeiros que nascem do broto é o amigo pai e a amiga mãe. Mostram o que é ter vida.
       Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. O destino ainda nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desse são designados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
      Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. 
      Esses costumam colocar muitos sorrisos na face, durante o tempo que estamos por perto. 
      Falando em perto, não podemos nos esquecer dos amigos distantes, que ficam nas pontas dos galhos mas que quando o vento sopra, aparecem novamente entre uma folha e outra. 
      O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. O que nos deixa mais felizes é quando as folhas que caíram continuam por perto, continuam alimentando as nossas raízes com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho. Desejo a você, folha da minha árvore, paz, amor, saúde, sucesso, prosperidade... Hoje e sempre...
      Simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

Obrigado pela oportunidade de te conhecer..... 
Um grande beijo...
Carol S2

Música: A arte da Evangelização...


Deus quer realizar através de você muitas coisas

Quando você compõe uma música, uma peça, chega uma hora em que você precisa mostrar isso para alguém, mas é bom que você tenha aquele sentimento de constrangimento, de vergonha, de timidez, porque você está mostrando algo que não é seu; é Deus mais uma vez colocando algo precioso em suas mãos, por meio do qual você vai servir ainda mais as pessoas. Então veja bem: esse dom não é seu, está com você, mas é para servir aos demais. No entanto, você passa a ser reconhecido pelos outros, os elogios, as fotos e tudo o mais acabam sendo para você, pois as pessoas não veem a Deus. Contudo, você deve entender que isso deve ser repassado a Ele.
Precisamos reconhecer que nossos dons de cantar e tocar são graça de Deus. A diferença entre nós e os artistas seculares é que nós sempre transportaremos aquilo que recebemos para Deus e muitos destes retêm para si mesmos. O Senhor faz tudo para que nós nos tornemos Sua boca, nós somos chamados a ser a “boca de Deus”. Seja em um microfone, em uma bateria, em um violão, Deus quer que sejamos apenas Sua boca. Para isso existe um caminho, ensinado por nosso fundador, monsenhor Jonas: sendo santos cantaremos melhor, isto é, se soubermos separar o que é bom do que é ruim serviremos melhor.
Então vamos à Palavra que está em Jeremias 15, 19: “Por isso, assim disse o SENHOR: “Se tu te converteres, eu te converterei, e na minha presença ficarás. E se souberes separar o que tem valor daquilo que não presta, serás a minha boca, eles passarão para o teu lado e tu não passarás para o lado deles”. O Senhor quer nos transformar no que Ele quer, Ele um dia desejou nos tornar um grande cantor, um grande artista, um grande instrumentista...
Você se converteu! Deus sempre vai contar com sua liberdade e você livremente tomou essa decisão de se converter. Você continua sendo limitado, pecador, vulnerável, continua precisando da graça de Deus Pai, mas tem de assumir que já se converteu. Por essa razão, não fique na periferia, continue esse processo, mergulhe nessa conversão, mergulhe na Palavra de Deus, na adoração e o Todo-poderoso vai transformá-lo no que Ele quiser.
Se você souber separar o que é bom do que é ruim é lógico que você vai sempre optar pelo que é bom. Já conheci pessoas maravilhosas que cantavam bem, tocavam bem, mas que caíram feio e até hoje não se levantaram, porque não separaram o que era bom do que era ruim e na hora de escolher acabaram escolhendo o que era ruim e por isso pecaram e como o pecado leva à morte, morreram, talvez não fisicamente, mas morreram nos relacionamentos saudáveis, morreram nos projetos, nos sonhos, porque optaram pelo pecado.
Estaremos sempre em ordem de batalha, muitas vezes, fugir faz parte da estratégia de uma batalha em uma situação de pecado, por exemplo; você vai precisar saber fugir, pois você sabe qual é sua fraqueza. Por isso, em uma situação na qual você sabe que não vai aguentar, fuja!
Deus quer realizar, através de você, muita coisa, converta-se, continue esse processo, não pare, pois o Senhor lhe diz que se você se converter Ele o transformará no que Ele quer.
Deus Pai já colocou em seu coração sonhos, coisas desde sua infância e hoje elas podem se concretizar se você se converter. Hoje eu sei quem sou, eu sei que Deus me quis assim e estou tentando fazer a mesma coisa com você e você pode descobrir isso. O Altíssimo tem um plano fantástico para sua vida, mas para isso é preciso que você se converta e Ele o converterá no que Ele quiser; dessa forma, com certeza, você será a “boca d'Ele” anunciando a salvação.
(Artigo produzido a partir da pregação do Acampamento "Músicos em ordem de batalha" de outubro de 2009).
Dunga
Missionário da Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Como viver a unidade em meio às nossas diferenças?



"Quem não está comigo, está contra mim, e quem não ajunta comigo, espalha" (Lc 11,23).


O Senhor quer nos falar sobre a unidade. Ele nos quer um. E sabemos que o maior dom que Jesus pediu ao Pai no momento mais solene da sua vida, na Última Ceia, foi justamente: “Pai, que eles sejam um, como nós somos um”.


Na Trindade, há um jogo tão maravilhoso de forças que as três pessoas fortemente unidas se tornam uma. Para nós, é quase impossível criar a união uns com os outros. Então, pode surgir a seguinte pergunta: "Como é possível Jesus pedir que vivamos na unidade, sendo que, na realidade, isso dificilmente acontecerá? Por nossas falhas, defeitos e diferenças serem tão grandes, esta união é impossível". Por isso nossa unidade tem de ser realizada de outra maneira, que pode ser explicada por meio de um exemplo: numa das casas de encontros da Canção Nova há uma capela redonda, muito simpática. Seu telhado é especial justamente por causa do seu formato arredondado. Os caibros estão apoiados na parede e num toquinho redondo no centro da capela. Portanto, existe um jogo matemático de forças que sustenta todo o telhado, e o toquinho redondo é responsável pela sustentação de todos os caibros que mantém o teto. É algo bonito de se ver.


Somos assim com Jesus. Imagine que Jesus é uma pedra angular para onde todos convergem. Como pedras vivas, convergimos para Ele e nele nos apoiamos; deste modo, existe entre nós uma harmonia e uma maravilhosa firmeza. Agora, suponha que um dos caibros da capela não se apoiasse no toquinho central. Fatalmente ele cairia, romperia o equilíbrio do telhado e colocaria tudo em risco. Da mesma forma, quando não estamos apoiados em Jesus e unidos a Ele, rompemos primeiramente com Ele, comprometendo todos os outros.


Se os caibros da capela fizessem unidade entre si, nada aconteceria, seriam apenas um monte de caibros e nada mais. No entanto, ao se unirem com o toquinho central, conservaram sua maravilhosa unidade e juntos, numa grande harmonia, conseguem sustentar todo o telhado de forma muito artística. Nossa unidade tem que ser feita em Jesus, por isso, mandemos "às favas" as nossas diferenças. Assim, não podemos mais nos atentar às diferenças existentes entre nós, uma vez que elas realmente existem e são gritantes. Quando começamos a viver, seja num núcleo, célula ou comunidade, nossas falhas começam a ficar mais evidentes. Se quisermos fazer unidade apenas quando as pessoas não apresentarem mais nenhum defeito, jamais a construiremos.


O desejo de Jesus, portanto, não será realizado. A salvação do mundo, que depende da nossa unidade, não se realizará. Jesus ensina que nossa unidade não se baseia em nós mesmos, mas nEle. É nEle que precisamos nos apoiar, apesar de todas as nossas diferenças e decepções que causamos, para então podermos estar unidos..

(Por Monsenhor Jonas)


"Oi pessoal!!!
Boa Noite.. ou dia neh? hehehehe...
Estou cansada.. trabalhei no domingo de eleições.. e foi tão bom... fiquei refletindo sobre o quanto é bom o contato com várias pessoas... o Ser Humano precisa disso as vezes...
Já reparou como o mndo gira? Acontecem coisas inesperadas, coisas alegres, coisas estressantes.. rs..
Nesse dia, em que tirei a foto, fui mesária... rs.. é.. nas eleições..
Um dia, que muitos acham irritante, por ser domingo, e ter obrigação de "cumprir o papel de cidadão".. rsrs.. Mas aí é que está a diferença pra mim... O que muitos acham chato, pra mim, além de gratificante, é muito divertido.. rs..
Nossa.. espero de dois em dois anos para me reunir com eles... Pra conversar, brincar e trabalhar...
Não os vejo com frequência durante esses dois anos.. Mas relembro sempre como é.. rs..
Só queria deixar aqui, minha opinião sobre ser mesária.. Fazer minha homenagem a essas pessoas que também trabalham nesse dia.. mas em espcial a essa galera, da sessão 138.."
Um Grande Beijo a Vcs!!!

sábado, 23 de outubro de 2010

Ver o invisível através dos olhos da fé... Com ela aprendemos a não desprezar as lições da vida...



"A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vê. Por ela, os antigos receberam um bom testemunho de Deus. Pela fé compreendemos que o universo foi organizado pela palavra de Deus, de sorte que as coisas visíveis provêm daquilo que não se vê” (Hb 11,1-3). A Carta aos Hebreus oferece uma série de exemplos de homens e mulheres, dos quais o mundo não era digno, pessoas que viveram como se estivessem vendo o invisível (Cf. Hb 11,27.38). A lista de testemunhas se enriqueceu no correr dos séculos, capitaneada por aquela jovem de Nazaré que nos atrai e convoca ao seguimento de Jesus Cristo, a Virgem de Nazaré. Durante o Círio, aumentou a lista. Maria experimentou a visita do Anjo, portador da boa notícia vinda de Deus, dando, em nome de toda a humanidade, a resposta que mudou a história. Deus quis contar com aquela mocinha de uma pequena cidade, cujo interior era repleto dos valores da eternidade, e onde Verbo se fez Carne e habitou entre nós. Após a anunciação, “o Anjo retirou-se de junto dela” (Lc 1,38). Toda a sua aventura se desenvolveu no claro-escuro da fé, apostando tudo Naquele que tudo pode. De fato, "para Deus nada é impossível" (Lc 1,37). Trata-se da fé que mergulha no mistério, muito maior e mais autêntica do que qualquer "fé na vida". É encontrar em Deus, por graça que vem dele mesmo, o rumo da existência e comprometer-se com o Evangelho de Jesus Cristo, acolhido como norma de vida. Tal experiência de fé fez de Maria a mulher fiel no cotidiano, mãe de família exemplar e discípula do Filho que nela foi gerado. Com ela, aprendemos a não desprezar as lições da vida e a guardar tudo no coração, mantendo a solidez das escolhas feitas. A fé autêntica não é trocada como se muda de roupa, mas ela se aprofunda nos sulcos abertos pelas lutas da vida. Aos muitos heróis da fé, escondidos no meio da multidão, mas conhecidos por Deus, dirija-se a Palavra da Escritura para que continuem firmes: "Com tamanha nuvem de testemunhas em torno de nós, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve. Corramos com perseverança na competição que nos é proposta, com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e a leva à perfeição. Em vista da alegria que o esperava, suportou a cruz, não se importando com a infâmia, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensai, pois, naquele que enfrentou uma tal oposição por parte dos pecadores, para que não vos deixeis abater pelo desânimo. "Vós ainda não resististes até ao sangue, na vossa luta contra o pecado, e já esquecestes as palavras de encorajamento que vos foram dirigidas como a filhos: 'Meu filho, não desprezes a correção do Senhor, não te desanimes quando ele te repreende; pois o Senhor corrige a quem ele ama e castiga a quem aceita como filho'”. Na realidade, na hora em que é feita, nenhuma correção parece alegrar, pois causa dor. Depois, porém, produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que nela foram exercitados. Portanto, firmai as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes; tornai retas as trilhas para os vossos pés, para que não se destronque o que é manco, mas antes seja curado" (Hb 12,1-6.11-13).
22/10/2010 - 08h30 - Dom Alberto Taveira Correa

Arcebispo de Belém - PA

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Evangelho de Domingo - 31/10 (Lucas 19,1-10)



— O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 
1Jesus tinha entrado em Jericó e estava atravessando a cidade. 2Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos e muito rico.3Zaqueu procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era muito baixo. 4Então ele correu à frente e subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali. 5Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”.6Ele desceu depressa, e recebeu Jesus com alegria.7Ao ver isso, todos começaram a murmurar, dizendo: “Ele foi hospedar-se na casa de um pecador!”8Zaqueu ficou de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, eu dou a metade dos meus bens aos pobres, e se defraudei alguém, vou devolver quatro vezes mais”.9Jesus lhe disse: “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão. 10Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

Fofocas...


Fofocas

A fofoca, na verdade, revela a fraca auto-estima de quem a provoca

É muito difícil manter a paz e a serenidade até descobrirmos a paz inquieta. Ela é exatamente o contrário da apatia: provoca-nos as mudanças necessárias e nos ajuda a aceitar o que não pode ser mudado.
Infelizmente, o mundo parece não gostar das coisas boas. Prova disso é o amplo espaço que dá às coisas negativas. Existe uma sede muito grande de fofoca no coração de muitas pessoas. São os “urubus” sociais. Ficam à espera de algo negativo para poder alardear. Mentiras, fofocas, calúnias... e isso gera um pessimismo de vida, um negativismo constante. Com isso, as pessoas não sabem mais sorrir. Vivem criticando e se lamentando... Acho que aqui se encontra uma das grandes causas da maioria das doenças.
Sabemos que existe uma causa para tudo isso. As pessoas que vivem para falar mal das outras, na verdade, estão querendo se esconder por trás de tudo isso. Com medo de que se descubram o quanto são infelizes e frustradas, elas procuram comentar a vida alheia esperando que suas carências e frustrações passem despercebidas. São doentes sociais, não aprenderam a saborear a vida. São carentes e mal amados e além disso têm medo de buscar auxílio. A fofoca, na verdade, esconde sentimentos negativos plantados no coração dessas pessoas.
Muitos nunca descobrirão essa paz inquieta porque são especialistas em criticar os outros. São aqueles que estão sempre atentos para descobrir o erro alheio e mais prontos ainda para alardear estes erros aos quatros ventos... O pior crítico é aquele que, inconscientemente, é o maior crítico de si mesmo. O processo funciona mais ou menos assim: uma pessoa, por ser incapaz de atingir seu padrão pessoal, devido à fraca auto-estima, conseqüentemente não admite que ninguém atinja padrão algum. A verdade é que ela sente prazer em provar que os outros são de fato tão deficientes e ruins quanto ela em seu próprio conceito.
O tempo é o senhor da razão. Se as críticas são mesmo injustas, com o tempo as pessoas acabam descobrindo isso por si mesmas. Quem tem coração tranqüilo e paz inquieta não precisa se preocupar com a autodefesa. Os que conhecem realmente a pessoa estarão sempre prontos a defendê-la.
A paz inquieta não se consegue por meio de brigas, discussões, ações penais, autodefesa e tantos outros caminhos que as pessoas nos sugerem. A paz inquieta é fruto de um coração sereno. Ela nos vem pela graça de Deus e pela humildade.
Humildade não é sinônimo de apatia e roupas velhas ou surradas, é uma atitude de vida, é saber quem somos. Conhecer nossos defeitos, limitações e trabalhar para mudar o que pode ser mudado. Isso exige um coração curado. Pela cura interior, o Espírito Santo molda nosso coração, tornando-o semelhante ao coração de Jesus Cristo. É um processo lento e progressivo. Exige que sempre fiquemos atentos às moções do Espírito, e que sempre procuremos nos alimentar com a Palavra de Deus e com os sacramentos que o Espírito presenteou à Igreja, especialmente os sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação.
A cura interior nos ensina que viver é como nadar contra a corrente. Não podemos parar nunca. Por isso precisamos sempre ter objetivos bem definidos para a nossa vida. Quem sabe para onde vai não se detém diante de críticas injustas. A cura interior nos ajuda também a discernir o valor da crítica positiva e construtiva. Ela nos revela que todos somos passíveis de erros e falhas e nos ajuda a aceitar tudo isso como um grande processo de amadurecimento.
Extraído do livro 'Seja feliz todos os dias' de Pe. Léo, Editora Canção Nova